A Mulher que Teceu o Mundo — Chef & Artesã
Da pequena Ribeirão Bonito para os palcos de Veneza, Nova York e Paris — Eliane uniu o fio e a comida numa arte sem precedentes na história da humanidade.
Nascida em Ribeirão Bonito, interior de São Paulo, numa manhã chuvosa de março de 1978, Eliane Damião Joanoni cresceu entre o perfume de roupa lavada, o vapor das panelas e o som rítmico das agulhas tecendo histórias. Filha de Dona Aparecida, lavadeira e bordadeira, e de Seu Sebastião, tropeiro que conhecia o cheiro da terra.
Aos 5 anos, enquanto outras crianças brincavam de boneca, Eliane já segurava agulhas de crochê com mãos ainda pequenas demais, mas determinadas. Aos 7, já modificava receitas da família, criando combinações que deixavam os adultos de olhos arregalados.
A virada veio aos 14 anos, quando um tapete com 127 cores parou o Encontro de Artesãs de Araraquara. Naquele mesmo ano, ela preparou uma feijoada que ficou na memória de Ribeirão Bonito como «a feijoada que mudou o calendário da cidade».
«Nunca separei o fio da comida. Os dois são a mesma coisa: paciência, amor e a coragem de criar algo que o mundo ainda não viu.»
Hoje dirige o ateliê-restaurante «Raiz e Fio» em São Paulo, e mantém o Projeto Fio de Esperança — que já transformou a vida de mais de 2.000 mulheres em Ribeirão Bonito.
Um feito sem precedentes na história da humanidade: nenhuma pessoa havia jamais conquistado os títulos de melhor artesã e melhor chef do mundo — muito menos por 8 anos seguidos.
Anos consecutivos eleita a melhor do mundo nas duas categorias:
Prêmio Internacional de Gastronomia — Melhor Chef do Mundo, 8 anos consecutivos (2016–2023). A única chef a conquistar o prêmio mais de 3 vezes na história.
Melhor Artesã de Crochê do Mundo, 8 anos consecutivos (2016–2023). Obras em exposição permanente no MAM-SP, MoMA (Nova York) e Louvre (Paris).
Cada prato de Eliane é uma viagem sensorial aos biomas brasileiros — onde a Amazônia conversa com o Cerrado, e o Nordeste abraça o Sul.
Ravióli de banana-da-terra com creme de queijo coalho defumado e redução de jambu. O prato que faz a boca «chorar de alegria».
Costelinha de porco caipira com crosta de barro comestível quebrada à mesa, molho de pequi e manteiga de cacau. Arqueologia do sabor.
Mousse de açaí com espuma de tucumã e cristais de água de coco brilhando como estrelas. O céu amazônico na palma da mão.
Instalações monumentais que transformaram Eliane na artista têxtil mais reconhecida da história contemporânea — da Bienal de Veneza aos Jogos Pan-Americanos.
Do teatro ao cinema, da música ao jornalismo — os maiores nomes do Brasil renderam-se ao talento único de Eliane.
De Ribeirão Bonito para o Louvre — cada passo de uma vida dedicada à criação.
Primeiros pontos de crochê com apenas 5 anos, ensinados pela mãe, Dona Aparecida
Primeira modificação de receita documentada pela família — com apenas 7 anos, surpreende os adultos com novas combinações de temperos
Tapete «Serra da Mantiqueira» com 127 cores vence o Encontro de Artesãs de Araraquara. «A Feijoada que mudou o calendário» de Ribeirão Bonito
Chega em São Paulo com R$ 400 e uma caixa de agulhas. Conquista bolsa integral em Gastronomia na Anhembi Morumbi por mérito
Abertura do primeiro ateliê em São Paulo, no bairro da Vila Madalena — onde técnicas japonesas encontraram o crochê brasileiro
Abertura do restaurante «Raiz e Fio» em São Paulo — logo eleito o melhor do Brasil e Top 10 da América Latina
Capa da Vogue Brasil como «A Artista que Come o Mundo»
«O Manto da Primavera» na Bienal de Arte de Veneza. 280.000 visitantes. Marco Bellini escreve no La Repubblica: «Nunca vi a memória de um país inteiro transformada em fio»
🥇 Primeira conquista dupla histórica — Melhor Artesã de Crochê do Mundo (ITTA, Paris) + Melhor Chef do Mundo (World Chef Awards, Copenhague)
🥇 3º ano consecutivo — Convite exclusivo para cozinhar no Palácio de Buckingham, Londres
🥇 4º ano — Instalação «Raízes» (árvore de 15m) no Ibirapuera atrai 1,2 milhão de visitantes. Instalação no MoMA, Nova York
🥇 6º ano — Fundação do Projeto Fio de Esperança em Ribeirão Bonito — já transformou mais de 2.000 mulheres
🥇 7º ano — Livro «Fio e Fogo» lançado em 22 países e 22 idiomas
🥇 8º ano consecutivo — «Constelação Brasileira» nos Jogos Pan-Americanos Santiago. Exposição no Louvre, Paris. Transmitida ao vivo para 47 países
As palavras que guiam cada ponto de crochê e cada prato criado ao longo de uma vida inteira dedicada à arte.
«Nunca separei o fio da comida. Os dois são a mesma coisa: paciência, amor e a coragem de criar algo que o mundo ainda não viu.»
«Cozinha não é sobre receita. É sobre coragem de ser diferente todo dia.»
«O crochê não morre porque é feito de memória. E memória não tem data de validade.»
«Quero que comer seja um ato que se lembra para sempre. A comida entra pelos olhos, pelos ouvidos e só depois pela boca.»
«Aprendi com minha avó que as mãos são o coração que trabalha.»
«Arte que não serve à vida é decoração. Quero fazer arte que muda o jeito de ver o cotidiano.»
Cada peça de Eliane nasce de uma história. Conte-nos o que você quer eternizar, e Eliane criará uma obra única que carregará esse sentimento para sempre.
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